Saudações...Nunca vos aconteceu ouvirem várias versões da mesma história, contada por várias pessoas?! Um pequeno cientistazinho que se transforma num monstro grande e verde?! Pois é! Um pequeno desentendimento entre duas ou mais pessoas transforma-se numa verdadeira arena de gladiadores, uma pergunta fora do normal torna-se motivo de desconfiança e o mau estar de alguém passa a ser alvo de especulação. Somos verdadeiros contadores de histórias. Por natureza, conseguimos transformar uma simples análise ao sangue em algo extraordinariamente fascinante e mirabolante. Uma autêntica aventura. Não é por mal. Faz parte. É o mesmo que pedir a um maníaco das limpezas que não limpe o pó daquele quadro que está mesmo à nossa frente. Está-nos no sangue. Ou porque nos queremos gabar de algo que fizemos ou queríamos ter feito. Ou porque aquilo não foi bem assim, mas como não sabemos o que realmente aconteceu vamos dar azo à nossa imaginação e inventar. Só porque sim. A nossa imaginação é como o sal, quanto mais a utilizamos para condimentar a nossa história, mais necessidade temos de acrescentar outros ingredientes (factos) para que não salgue demais e fique no ponto. Enquanto crianças, adocicão-nos a imaginação para que ao passar dos anos, ao crescer, a interpretemos de uma maneira completamente oposta. Salgada e insaciável. Contraditório, não é?! Nem tudo tem uma explicação. Andamos de mãos dadas com o incerto, dormimos com o imprevisível e ceamos com o improvável. A linha que divide a nossa imaginação da nossa realidade é do tamanho de um danoninho, por isso cuidado com que aquilo que sonham porque ainda se torna realidade.
Como diria um grande amigo meu, António Gedeão: O sonho comanda a vida!
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